Ocupantes
da lancha “Magnitude” escandalizaram ontem famílias que estavam na
praia da Ponta Negra. Às 16h, quando o balneário estava lotado, a
embarcação parou próximo à área restrita para banhistas, e três mulheres
que estavam a bordo tiraram os biquinis e começaram a dançar e mostrar
as partes íntimas em direção à praia. A embarcação ficou no local por
cerca de meia hora sem a intervenção do Corpo de Bombeiros ou da Polícia
Militar (PM), que mantinha agentes na área.
Além
das cenas de nudez, crianças, adolescentes, mães e pais de família que
tomavam banho na Ponta Negra, assistiram a gestos obscenos
protagonizados pelos ocupantes da “Magnitude”. De acordo com o
supervisor de área da 19ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom),
tenente Almeida, um barco do Corpo de Bombeiros chegou a abordar a
lancha para que saísse da área restrita para banhistas, fato este não
testemunhado pela equipe de A Crítica.
O
advogado criminalista Alberto Simonetti Cabral Neto explicou que o
comportamento dos ocupantes da lancha agride o artigo 233 do Código
Penal Brasileiro (CPB) e configura ultraje público ao pudor, que prevê
pena de 3 meses a um ano de detenção, ou multa. “Em tese, pelo episódio
narrado pelo jornal, o ato foi criminoso e cabe pena ou multa, além de
que ao presenciar o acontecimento, tanto o Corpo de Bombeiros, quanto a
Polícia Militar deveriam ter intervido para cessar a situação”, disse
Simonetti.
http://acritica.uol.com.br/manaus/Manaus-Amazonas-Amazonia-Granfinos-orgia-praia-Ponta-Negra_0_1115888401.html
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